Carrinho 0

O Segredo de Eva

Autor(a): Adriana Vargas

O Segredo de Eva

Sinopse

Um segredo corroendo por dentro... Quem poderia entendê-la ou perdoá-la? Quem seria capaz de dividir com ela o que a sociedade condena? Eva, uma mulher comum, rodeada de amigos, com quem gostaria de passar o resto de seus dias. Uma câmera fotográfica muda a trajetória de sua vida; retira seu sono; constrói seus medos e a afasta da realidade após conhecer, quem jamais esquecerá - Tom. O destino das pessoas que ama está em suas mãos, Eva precisa se decidir e escolher a forma menos dolorida de magoar alguém. Contudo, quando tudo estiver por um fio, e todas as esperanças se perderam, um novo segredo será revelado, porém, Eva jamais o saberá... Um segundo segredo que será exposto somente aos leitores, e a eles caberá a difícil tarefa de guardá-lo de forma angustiada ou sonhar com um encontro inesperado com Eva, revelando a verdade. Um desfecho que marcará sutil e irremediavelmente.

Informações

  • Páginas: 196
  • Edição: 2
  • Ano de Publicação: 2014
  • Medidas: 16x23
 
 

R$ 28,00

á vista

Comprar
Voltar

Sobre o Autor

Adriana Vargas
Nascida em 27 de dezembro em Anápolis, Goiás, veio para Mato Grosso do sul ainda pequena. Começou a escrever desde que aprendeu a ler, pois seus pais compravam enciclopédias infantis ilustradas para incentivar seu gosto pela leitura, enquanto as crianças brincavam no quintal.
Imaginava histórias que nunca viveu e as passava para o papel. Esses escritos, porém, eram escondidos debaixo do colchão. Ao serem revelados, venceu o seu primeiro concurso literário aos oito anos de idade, representando seu estado em nível nacional, o que lhe deu a segunda colocação no Concurso Mirim, realizado em 1978. Aos treze anos escreveu seu primeiro romance.
No ano de 2000 entrou para a Academia de Direito pela Universidade UCDB, sendo uma das alunas mais aplicadas do curso. Apaixonada por leitura filosófica, procurava por obras de autores como Platão e Hanna Arendt. Encantou-se com os Iluministas e as histórias das antigas civilizações. Participou de projetos, como o incentivo às cooperativas.
Fez Direito pelo senso de justiça que a alimenta e sempre haverá alguma lacuna em suas obras para ressaltar as misérias sociais e a busca por mobilização.
Julga-se morta quando se encontra em estado de falta de inspiração. Pretende escrever como amadora durante toda a sua vida, pois somente desta forma consegue se encontrar livre em sua escrita, escrevendo como quer e quando quer, como um mero desabafo do eu interior.
Hoje afastou-se das práticas forenses, buscando novos desafios, tendo uma parte de seu tempo dedicado arduamente aos seus livros e leituras de livros como filosofia, sociologia, civilizações antigas e ao trabalho que desenvolve em prol dos novos autores no Clube dos Novos Autores, onde é coordenadora geral.
A sua contribuição para com a literatura brasileira é ressaltar os valores escondidos longe da hipocrisia. Fala dos sentimentos como são e da vida como é. Nas entrelinhas de seus escritos estarão ressaltados os valores esquecidos pela marcha do capitalismo emergente.
Todos os seus trabalhos são palpados em pesquisa de campo junto à realidade dos comportamentos e traços característicos do que escreve, convivendo com as pessoas e situações. Questionadora por natureza, está sempre em busca de respostas.
Tem o ímpeto atrativo em escrever livros inspirados em acontecimentos verídicos.
Adriana desenvolveu um estilo literário ímpar, seus livros são marcados pela singularidade e inovação linguística. A escritora encabeça a lista de traços inéditos à literatura nacional. O fluxo da consciência indefine as fronteiras entre a voz do narrador e a das personagens, de modo que reminiscências, desejos, falas e ações se misturam na narrativa num jorro desarticulado, descontínuo, que tem essa desordem representada por uma estrutura sintática caótica. Assim, o pensamento simplesmente flui livremente, pois as personagens não pensam de maneira ordenada, e sim, conturbada e desconexa, ou seja, é a espontaneidade da representação do pensamento das personagens que caracteriza o caos de tal marca literária.
Aprecia a escrita de romances e discurso interior. Seus livros possuem o dom de nascerem viscerantes – em pouco tempo o leitor torna-se íntimo de suas personagens, criadas com o afã de cavar, no fundo do âmago, o sentimento capaz de dominar, jogar os leitores entre as suas palavras, em uma entrega não somente infinita, mas de profundidade. Este é o modo como vive e se relaciona com a vida.
Com participações e menções honrosas em vários concursos literários, acredita neste caminho para galgar as escadas tão dificultosas em um país cuja leitura ainda é um desafio.

Publicações